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8 de mar. de 2010

Grupo CEEE amplia capacidade de usinas

O Grupo CEEE está planejando atualizar suas hidrelétricas e aumentar a capacidade de geração de energia desses complexos. O plano de recuperação e de repotencialização das usinas deverá ser finalizado até 2014.

O cronograma é importante porque em 2015 a maioria das hidrelétricas da empresa terá que discutir a prorrogação dos seus contratos de concessão. As usinas que pertencem totalmente ao Grupo CEEE (sem contar a participação acionária da companhia em outros empreendimentos) somam hoje uma capacidade instalada de 910,6 MW de potência (cerca de 25% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul). A repotencialização poderá acrescentar de 70 MW a 80 MW a esse parque gerador. Serão envolvidas na iniciativa as usinas de Jacuí, Ijuizinho, Bugres, Forquilha, Guarita, Santa Rosa e Ernestina.

Somente Ijuizinho, localizada em Eugênio de Castro, deve passar de uma potência de 1 MW para 15 MW. “É praticamente uma nova usina”, salienta o diretor de Geração do Grupo CEEE, Sérgio Souza Dias. Ele adianta que está em estudo a captação de créditos de carbono com a ampliação. O diretor acredita que os projetos são adequados a obter o benefício, pois elevam a capacidade de geração sem aumentar a área alagada.

Já na modernização das hidrelétricas, cerca de R$ 20 milhões deverão ser empregados na recuperação de equipamentos ao longo de 2010. A renovação dos complexos implicará trocas de partes de geradores, transformadores, tubulações, entre outras ações. A usina mais nova do Grupo CEEE, Itaúba, é de 1978, enquanto a mais antiga, a Toca, instalada em São Francisco de Paula, em 2010 completa 80 anos.

Dias revela que a companhia também tem a intenção de desenvolver novos estudos em outras fontes de geração como: eólica, queima de lixo e biomassa (casca de arroz, madeira etc). Na energia eólica, além de ser sócia da Elecnor/Enerfin na construção de parques em Osório e Palmares do Sul, o Grupo CEEE pretende instalar ainda este ano dois pontos de medição de ventos. Inicialmente, os estudos deverão ser realizados nas regiões de Rio Grande e Candiota. O diretor de geração acrescenta que pesquisas com carvão deverão ser realizadas.
Demanda industrial puxou alta no consumo em fevereiro

O consumo de energia elétrica na área do Grupo CEEE subiu 12,34% em fevereiro de 2010, quando comparado com o mesmo período de 2009. A maior elevação, em todos os segmentos, foi registrada pela companhia no consumo industrial, com índice de 35,39%. No mês de janeiro, o percentual dessa classe, em relação a janeiro do ano passado, também já havia sido alto: 23,73%. Conforme o mesmo relatório, e a mesma base de comparação, nas fatias comercial e residencial, também houve elevação no consumo, com marcas de 10,5% e 13,0%, respectivamente.

Segundo o presidente do Grupo CEEE, Sérgio Camps de Morais, o expressivo consumo industrial que vem sendo verificado nos últimos meses é um importante termômetro, que comprova a retomada do desenvolvimento do Estado, com uma produção industrial em ascensão. Camps analisa que essa situação vem trazendo reflexos também aos índices apontados pelos outros segmentos de consumo de energia. “Um deles é o residencial, em que a redução do IPI à linha branca facilitou as condições de acesso a equipamentos como ar-condicionado, os quais foram intensamente usados em função do calor excessivo deste verão”, acrescenta.

O Grupo CEEE atende diretamente a 1,45 milhão de consumidores em 72 municípios, incluindo Capital, Litoral Norte e Sul e regiões Centro-Sul e Campanha. O relatório de mercado da empresa aponta também que 33,35% da energia foi consumida, em fevereiro, pelo segmento residencial que representa 84% do mercado total. A fatia do comércio - 8% do total de consumidores - usou 26,79% da energia e a indústria (1%) outros 19,13%.
Governo suspende o Selo Combustível Social da Brasil Ecodiesel

O Ministério do Desenvolvimento Agrário suspendeu o Selo Combustível Social de quatro unidades

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A CPFL espera faturar até € 8,9 milhões com a venda de certificados emissões reduzidas de gases do efeito estufa (CERs) até 2012

A CPFL espera faturar até € 8,9 milhões com a venda de certificados emissões reduzidas de gases do efeito estufa (CERs) até 2012. Apenas no ano passado, a empresa arrecadou € 1,46 milhão com a comercialização de créditos de carbono.

Segundo o vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores da CPFL, José Antonio Filippo, a companhia possui 1,017 milhão de CERs reconhecidos pela ONU. Em 2009, a empresa comercializou 13,7 mil CERs por meio da repotenciação de suas PCHs e 93 mil CERs da hidrelétrica de Monte Claro (130 MW), no rio das Antas (RS). Foi a primeira venda de créditos de carbonos de uma hidrelétrica a fio d’água no mundo.

Monte Claro tem ainda um potencial de comercialização de 619 mil CERs até 2012, quando termina a vigência do Protocolo de Kyoto. Outra hidrelétrica localizada no mesmo complexo, a 14 de Julho (100 MW), também tem potencial de comercialização de 286 mil certificados. (R.P.)

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CO2 Alerta - Algas falham

Há um ano, 48 pesquisadores de diversos países, a maioria alemães e indianos, a bordo do navio oceanográfico alemão Polarstern, executaram a maior experiência de fertilização de águas marinhas com ferro com o objetivo de absorver dióxido de carbono e, talvez, evitar o aquecimento global. O local escolhido foi na Antártida, a nordeste das Ilhas Geórgia do Sul, no Oceano Atlântico. Cerca de 20 toneladas de sulfato de ferro foram distribuídas em uma área de 300 quilômetros quadrados.

Esse experimento teve origem nos estudos de J.H. Martin que descobriu que quando o ferro é adicionado a amostras de água tiradas de regiões ricas em nutrientes, mas pobre em ferro, o número de fitoplanctons (algas) aumenta cerca de dez vezes. Assim, Martin sugeriu que seria possível mitigar o CO2 e combater o aquecimento global adicionando ferro nas regiões oceânicas ricas em nutrientes mas que tenha pouca vida - os oceanos são imensos desertos sem vida-. Em suas crenças, Martin afirmou que com um único navio carregado de ferro, ele colocaria o mundo em uma era glacial. Martin acreditava que o aumento explosivo na quantidade de algas fixaria o dióxido de carbono da atmosfera, da mesma maneira que o plantio de árvores faz.

Em janeiro de 2009, as autoridades alemãs criaram o experimento Lohafex (“loha” significa ferro em hindu). Porém, os ambientalistas posicionaram-se contra. A Nona Conferência das Partes do Convënio sobre a Diversidade Biológica, realizada em maio de 2008, em Bonn, posicionou-se contra as atividades de fertilização artificial do mar para promover a absorção do
dióxido de carbono. Os ambientalistas temiam os impactos para o meio ambiente marítimo. Mas, as autoridades, após uma avaliação, concluíram que isso não procedia e, de fato, o experimento mostrou que os ambientalistas estavam errados.

Essa não foi a primeira tentativa de se usar algas para mitigar o CO2. Em 2007, a empresa norte-americana Planktos pretendia fertilizar com ferro as águas equatorianas próximas às Ilhas Galápagos, no Pacífico, mas os ambientalistas convenceram as autoridades da região e a empresa desistiu. Essa empresa pretendia negociar créditos de carbono.

Assim que o navio alemão iniciou a fertilização com o sulfato de ferro, a quantidade de algas começou a crescer como esperado. Isso ocorreu nas duas primeiras semanas, quando também surgiu um crustáceo, o copépode, que se alimenta de algas, no caso, o fitoplancton. E a quantidade desse crustáceo cresceu também exponencialmente, anulando o resultado esperado, ou seja, muito pouco material orgânico foi para o fundo do mar. Em outras palavras... O experimento falhou! Não estamos salvos.

Enquanto a equipe prepara novos experimentos em águas diferentes com flora marinha diversificada, cabe a todos nós cobrar de nossas autoridades mais ações contra o aquecimento global, que se invista na eficiência do uso de energia, entre tantos, não é mais admissível tanto desperdício.

Fonte: Mario Eugenio Saturno

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Norma ISO 26000 é aprovada para publicação em 2010

O trabalho de construção da norma ISO 26000 começou ainda em 2005 e, devido ao seu caráter multistakeholder (com representantes de empresas, governos, trabalhadores, ONGs, consumidores e outros) e ampla participação de pessoas e organizações de todos os continentes (são mais de 400 envolvidos), levou muito mais tempo do que o esperado. A publicação da norma estava prevista inicialmente para o final de 2008, mas divergências sobre seu conteúdo impediram o cumprimento dessa data. Agora, dois anos depois, a norma finalmente ficará disponível para o público.

A norma ISO 26000 chegará para ser a grande referência sobre responsabilidade social em todo o mundo. É o primeiro documento sobre o assunto que apresenta um conteúdo amplo e foi construído com base no consenso entre representantes do mundo inteiro e de diversos setores.

Não será mais uma certificação

Reafirmando o caráter dinâmico e transformador da responsabilidade social, a ISO 26000 foi construída com um formato aberto e provocador. A norma não será certificável; apenas trará orientações para todas as organizações (não apenas empresas) sobre como devem assumir responsabilidade sobre os impactos de suas atividades e sobre seus relacionamentos na sociedade. A ISO 26000 define responsabilidade social como:

“A responsabilidade de uma organização pelos impactos de suas decisões e atividades na sociedade e no meio ambiente, por meio de um comportamento ético e transparente que:
- Contribua para o desenvolvimento sustentável, inclusive a saúde e bem-estar da sociedade;
- Leve em consideração as expectativas dos stakeholders;
- Esteja em conformidade com a legislação aplicável e seja consistente com normas internacionais de comportamento;
- Esteja integrada em toda a organização e seja praticada em seus relacionamentos.
Nota 1: Atividades incluem produtos, serviços e processos.
Nota 2: Relacionamentos referem-se às atividades da organização dentro da sua esfera de influência.”

A votação

O caminho para se chegar à norma ISO 26000 foi muito difícil. As discussões envolveram questões cruciais da nossa sociedade, mexendo com interesses de importantes atores políticos e econômicos ao tocar em temas como a relação entre empresas e trabalhadores, barreiras ao comércio internacional e a responsabilidade sobre os impactos ao longo da cadeia produtiva. Nos últimos anos alguns países e organizações fizeram muito lobbypara ter suas visões incorporadas na norma, alterando seu conteúdo para atender seus interesses. O caso que chamou mais atenção foi o da delegação chinesa, que, com sua visão negativa sobre a norma, chegou a visitar quase todos os países envolvidos para tentar influenciar seus respectivos votos.

Leia mais sobre essa questão no artigo “O Dragão Mostra Suas Garras”.

Mesmo com a pressão de atores relevantes, a norma ISO 26000 foi aprovada com números impressionantes: foram 79% de votos a favor.

Próximos passos

Mesmo tendo sido aprovada, a norma ainda poderá sofrer alterações em seu conteúdo. No mês de maio, ocorrerá a última reunião do Grupo de Trabalho de Responsabilidade Social da ISO (ISO Working Group on Social Responsibility) para a realização dos últimos ajustes. O texto final deverá ser lançado no final de setembro.

Fique de olho

Neste ano, muitas atividades deverão ser realizadas e materiais lançados sobre a ISO 26000. O Instituto Ethos lançará um hotsite didático sobre a norma e também realizará uma oficina em sua Conferencia Internacional, além de produzir outros materiais. É importante ficar de olho nos websites das outras organizações envolvidas no processo de construção da norma – em especial a ABNT, o Idec, o Dieese, o Inmetro e o GAO.

Por Gustavo Ferroni, coordenador do GT Ethos-ISO 26000 / Edição de Benjamin S. Gonçalves (Instituto

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China constrói edifício 'mais verde' do mundo

O edifício Pearl River Tower será capaz de produzir quase toda a energia que consumirá depois de pronto Foto: BBC Brasil

O edifício Pearl River Tower será capaz de produzir quase toda a energia que consumirá depois de pronto

Aquele que pode ser o edifício mais ecologicamente correto do mundo está sendo construído na cidade de Guangzhou, na China. De acordo com os arquitetos responsáveis pela construção, o edifício Pearl River Tower será capaz de produzir quase toda a energia que consumirá depois de pronto.

Para isso, o prédio contará com energia solar, sistema de refrigeração por água e turbinas que gerarão energia a partir do vento. O edifício foi desenhado com uma curvatura especial, que deve aumentar a velocidade do vento para alimentar turbinas de geração de eletricidade.

Além disso, a refrigeração por água fará com que mais energia e espaço sejam economizados, em comparação com sistemas de ar-condicionado tradicionais. O prédio também contará com sistemas automáticos para evitar desperdícios de energia.

Segundo os arquitetos, a economia fará com os custos adicionais para construir o edifício verde sejam pagos em cinco anos. O edifício, que terá 71 andares, deve ser inaugurado no ano que vem.

21 de outubro de 2009 • 16h13

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4054855-EI238,00-China+constroi+edificio+mais+verde+do+mundo.html

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BMF & BOVESPA Fazem primeiro leilão de Créditos de Carbono do Mercado Voluntario

Postado por LBF em 3/07/2010 12:45:00
Venda vai oferecer 180.000 créditos de carbono geridos pela Social Carbon Company

SÃO PAULO, 26 de fevereiro / PRNewswire-FirstCall / - A Comissão de Valores, Mercadorias e Futuros - BM & FBOVESPA vai realizar em 08 de abril de 2010, um leilão voluntário de carbono do mercado de crédito. A quantidade total de 180.000 unidades voluntário de carbono de projetos gerenciados pela Social Carbon Company serão leiloadas.

As reduções de emissões foram gerados a partir de 8 projetos de biomassa renovável administrado pela Social Carbon Company em fábricas de cerâmica. Essas plantas estão localizadas nos estados brasileiros de São Paulo (Panorama, Paulicéia), Pará (São Miguel do Guamá), Pernambuco (Garanhuns, Paudalho), Sergipe (Itabaiana), Minas Gerais (Ituiutaba), e Rio de Janeiro (Itaboraí) . Os projetos envolvem a mudança de combustível para combustíveis renováveis como a biomassa do bagaço de cana, sementes de açaí e casca de arroz, entre outros. Os créditos de carbono têm sido validadas por entidades credenciadas, autorizadas pela Organização das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (UNFCCC).

O leilão será realizado em três sessões, com um lote negociado por sessão. Os preços lance inicial será indicado pelos lotes que variam de acordo com os vintages e custam R $ 10,00 a R $ 12,00 por unidade. A primeira operação irá ocorrer at 1:00 pm (Brasil Time) e será realizado pela BM & FBOVESPA de Crédito de Carbono Trading System. A liquidação financeira será coordenada pela corretora Liquidez DTVM.

Carbono BM & FBOVESPA Mercado de Crédito
A Bolsa brasileira já havia organizado dois leilões de créditos de carbono em 2007 e 2008. Ambos os leilões oferecidos Reduções Certificadas de Emissões (RCE), realizada pela Prefeitura de São Paulo, e gerado pelos projetos de aterros sanitários Bandeirantes e São João.

O objetivo da BM & FBOVESPA mercado de carbono é fomentar o comércio de créditos de carbono no Brasil dentro de um ambiente de negociação organizada. Ele também fornece as empresas brasileiras a oportunidade de vender seus projetos de redução de emissões de GEE no país. A plataforma de troca comercial oferece aos participantes um ambiente global de comércio seguro, transparente e eficiente, com preços competitivos.

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BNDES investirá R$ 71 milhões em projetos de reflorestamento

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai aplicar R$ 71 milhões no reflorestamento de áreas degradadas em sete Estados com espécies nativas da mata atlântica. Foram selecionados 27 projetos, que abrangem 4 mil hectares. Não-reembolsável, o financiamento provém de lucros obtidos pelo banco. A Iniciativa BNDES Mata Atlântica foi lançada no ano passado para preservar um dos biomas mais ameaçados no País. Está em fase final de análise, por isso os projetos ainda não podem ser divulgados. Entre os 27 projetos selecionados, oito são de São Paulo, oito do Rio, quatro de Minas e três da Bahia.
O programa foi proposto por 22 ONGs, segundo o chefe do departamento de Operações e Políticas de Meio Ambiente do BNDES, Márcio Macedo. Segundo ele, haverá forte demanda nos próximos anos por projetos de reflorestamento, principalmente por causa da compensação ambiental de grandes obras. No entanto, Macedo avalia que existe um gargalo no País: a produção de mudas e sementes.

Está previsto um levantamento sobre a capacidade de produção de mudas no País, com a participação de universidades. Macedo diz que há expectativa de uma nova rodada de financiamento para este ano, com linhas específicas para o setor de mudas e viveiros. "Queremos que o programa seja um dos instrumentos para que esse negócio cresça e seja atrativo."

Em dezembro, uma equipe do BNDES visitou a fazenda Plathymenia, da empresa Biovert, que produz mudas há 23 anos em Silva Jardim, a 140 km do Rio, e um dos técnicos disse: "Ficamos muito bem impressionados".

O engenheiro florestal Marcelo de Carvalho, dono da Biovert, calcula que haverá uma demanda de pelo menos 50 milhões de mudas até 2016, ano da Olimpíada no Rio.

"Hoje seria impossível produzir isso", avalia Carvalho. Segundo ele, a Biovert produz três milhões de mudas por ano, em duas safras, de cem espécies diferentes, todas da mata atlântica. "A chegada do BNDES pode ser a redenção desse mercado, que não pode mais ficar marginal do jeito que é. Ao mapear isso, o banco está buscando uma informação técnica essencial, que hoje não existe", diz Carvalho. Ele não participou da Iniciativa Mata Atlântica, mas poderá eventualmente ser beneficiado com a venda de mudas para projetos vencedores.

"O produto do banco é o dinheiro, e a parte ambiental é hoje um obstáculo para qualquer empreendimento. Como o BNDES vai emprestar o dinheiro dele se não tiver como resolver o problema ambiental?", indaga o dono da Biovert. "Ou ordena esse segmento ou não vai conseguir emprestar dinheiro."



TREINAMENTO
O programa do BNDES abrange o período máximo de quatro anos a partir do plantio e prevê o treinamento de trabalhadores recrutados junto à "população de baixa renda residente no entorno de cada área-alvo". Pelo menos 20% da mão de obra direta deverá receber treinamento em reflorestamento ecológico. Se gerados eventuais créditos de carbono decorrentes do projeto, eles deverão ser cedidos ao BNDES, e não serão negociáveis.

Os projetos não poderão ser implementados em áreas sobre as quais incidam obrigações de recuperação decorrentes de compensações ou exigências formuladas em processo de licenciamento ambiental, termos de compromisso e de ajustamento de conduta ou autuações por infração à legislação florestal.

O Ministério do Meio Ambiente também anunciou, na semana passada, que vai selecionar outros 12 projetos de conservação da mata atlântica. Nesse caso, serão investidos R$ 4,2 milhões, por meio da Cooperação Financeira Brasil/Alemanha, com o Banco KfW.

enviado por: Ana Paula de Andrade - 7/03/2010 04:25:00 PM

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