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19 de out. de 2011

NOTICIAS MDL Logística Reversa: editais passam a ser publicados

Logística Reversa: editais passam a ser publicados (Ecodesenvolvimento)

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançará este mês os dois primeiros editais para criação de acordos setoriais com orientações estratégicas para a implementação da logística reversa de lâmpadas fluorescentes e de embalagens e resíduos de óleos lubrificantes. A iniciativa é mais um passo rumo à implantação da lei. (Leia mais...)

 

Apenas 11% dos brasileiros sabem o que é a Rio+20 (Ecodesenvolvimento)

Segundo o estudo, realizado pelo Instituto Vitae Civilis em parceria com a Market Analysis, a divulgação da conferência está mais acessível às classes mais altas e aos consumidores com elevada escolaridade. A população mais informada sobre a Rio+20 está concentrada em Recife. O evento será realizado em junho de 2012. (Leia mais...)

17 de out. de 2011

CHAMADA DA CAPES E CNPQ INCENTIVA EDITORAÇÃO E PUBLICAÇÃO DE PERIÓDICOS CIENTÍFICOS BRASILEIROS

Inscrições estão abertas até o dia 23 de novembro.

Estão abertas as inscrições para a chamada MCTI/CNPq/MEC/Capes Nº 15/2011, que tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que visem incentivar a editoração e publicação de periódicos científicos brasileiros de alta especialização em todas as áreas do conhecimento de forma a contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e inovação do país.

 

As propostas devem ser acompanhadas de arquivo contendo o projeto e devem ser encaminhadas ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), exclusivamente via internet, por meio do formulário de propostas online disponível na Plataforma Carlos Chagas. A relação das propostas aprovadas será divulgada na página eletrônica do CNPq e publicada no Diário Oficial da União a partir da segunda quinzena de dezembro.

 

Benefícios - As propostas aprovadas serão financiadas no valor global estimado de R$ 6 milhões, sendo 50% provenientes do CNPq e 50% da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a serem liberados em uma parcela, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira das agências, sendo os recursos oriundos do Tesouro Nacional.

 

Os recursos serão destinados ao financiamento de itens de custeio, compreendendo aquisição de material de consumo, componentes e/ou peças de reposição de equipamentos, software, instalação, recuperação e manutenção de equipamentos; serviços de terceiros; contratação de serviços gráficos de arte-final e impressão do periódico por empresas especializadas; e prestação de serviços para a preparação, geração e manutenção da página hospedeira da publicação eletrônica.

 

As propostas deverão ter seu prazo máximo de execução estabelecido em doze meses.

Mais informações pelo e-mail editoracao@cnpq.br. Dúvidas com relação ao formulário de propostas on-line devem ser esclarecidas pelo e-mail suporte@cnpq.br ou pelos telefones (61) 3211-4566 ou 3211-9354.

 

Fonte: Ascom da Capes

15 de out. de 2011

INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CRIA POSTE SOLAR AO CUSTO DE R$ 2 MIL E INTENSIFICA ESTUDOS EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS

O Poste tem a capacidade de manter a iluminação durante um período de seis horas

 

A busca por fontes alternativas e limpas de energia, que liberam menos gases e resíduos no meio ambiente, tem sido uma aposta do governo e das instituições de pesquisa para evitar impactos negativos na natureza. A luz do sol, fonte de energia limpa em abundância, tem despertado o desenvolvimento de uma série de pesquisas para a obtenção de materiais mais eficientes que convertam a energia da luz solar em energia elétrica, processo conhecido como efeito fotovoltaico.

 

Recentemente, a Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec) instalou na entrada principal da entidade um poste de iluminação pública que funciona com energia solar. O projeto foi elaborado pela instituição em parceria com alunos do departamento de engenharia de energia do Instituto Politécnico da Universidade Católica de Minas Gerais (IPUC/PUC Minas).

Segundo do Cetec, trata-se do primeiro passo de uma série de ações que visam torná-lo referência em tecnologias para a cadeia de energia solar. “Queremos estabelecer na fundação uma plataforma para apoiar pesquisas nessa área”, aposta José Roberto Branco, coordenador do Setor de Materiais Ópticos e Eletrônicos (SDO), unidade responsável pelo projeto.

As atividades do grupo começaram em agosto deste ano. A instalação de postes em áreas pouco iluminadas da fundação foi a primeira proposta para testar a aplicabilidade da tecnologia. O “poste solar” instalado no Cetec, explica Branco, é um exemplo de sistema fotovoltaico, constituído por células ou módulos que convertem a luz solar em energia elétrica, mas também por outros elementos, como bateria (acumulador de energia); inversores de frequência; controlador de carga (responsável pela durabilidade da bateria e controle de energia) e carga (lâmpadas).

Durante o dia, explica Branco, a energia solar incide sobre o módulo fotovoltaico presente no poste, que converte a radiação do sol em eletricidade. Esta, por sua vez, é armazenada na bateria do sistema por meio de um processo eletroquímico. No início da noite, quando surge a necessidade de iluminação, a energia acumulada na bateria é disponibilizada para as lâmpadas.

O poste tem a capacidade de manter a iluminação durante um período de seis horas, período que pode ser redimensionado, além de ter autonomia de dois dias sem incidência de raios solares. Ele possui duas lâmpadas fluorescentes compactas de 15W, acionadas automaticamente por um interruptor fotossensível, que identifica a presença de luminosidade. Essas lâmpadas, além de serem mais eficientes em relação às incandescentes são de alta durabilidade, com preços mais acessíveis.

Toda a estrutura do poste custou aproximadamente R$ 2 mil. Os recursos para a realização do projeto são provenientes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Segundo Branco, algumas empresas sinalizaram interesse em levar o potencial desse tipo de energia para o mercado. “As ações do Cetec nesta área estarão integradas com o governo de Minas Gerais, sob a liderança da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), que almeja desenvolver e promover o uso de energia renovável no Estado”.

O pesquisador ressalta que a energia solar possui uma série de aplicações potenciais, que vão desde a energização de brinquedos e eletroeletrônicos até o atendimento a pequenas comunidades isoladas ou distantes da rede elétrica. A tecnologia também atende usinas geradoras de energia fotovoltaica, com dezenas de mega-watts de potência.

Mas, cada uma dessas aplicações, dispostas em regiões diversas em termos climáticos, explica, impõe condições de uso distintas. “Nesse projeto iniciamos o estudo de relações entre variáveis dos sistemas fotovoltaicos. A abordagem verticalizada que existe na fundação, por meio do exame de materiais, dispositivos e processos em toda a cadeia de valores da energia solar fotovoltaica é única no Brasil”, informa.

As vantagens econômicas do uso da energia solar vão depender de alguns fatores como distância da rede elétrica, confiabilidade e portabilidade necessárias. Para o pesquisador, em breve a certificação verde será fator de competitividade entre as organizações e de preferência dos consumidores. “O custo benefício de um poste de energia solar pode ser bem mais baixo do que um comum. A mesma linha de raciocínio vale para outras aplicações”.

Entre outros projetos de energia solar desenvolvidos no Cetec, destaque para a implantação de sistemas de carregamento de baterias variadas na instituição, com disponibilização de pontos de recarga de acumuladores de energia gratuita. O grupo também estuda o uso de módulos fotovoltaicos em processos de bombeamento de água e irrigação para comunidades carentes e tratamento de efluentes.

Potencial brasileiro

A tecnologia fotovoltaica está em uso em diversos países, como a Alemanha, por exemplo, onde foram realizadas várias ações de mobilização da sociedade e do setor acadêmico, com grande investimento em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), além de políticas públicas de incentivo. O setor industrial alemão visualizou a oportunidade de negócio e investiu massivamente para produzir em grande escala matérias-primas, células, módulos fotovoltaicos e equipamentos eletroeletrônicos.

O Brasil, afirma Branco, possui todos os meios para criar e desenvolver um mercado fotovoltaico. Além do potencial de energia solar disponível e comprovado em todo território nacional, há grande conhecimento de toda a cadeia de produção pertinente. Todo esse conhecimento está localizado em instituições de pesquisas e universidades. “Sendo o Brasil um dos dez países que mais consomem energia no mundo, só ele e a Rússia ainda tem um uso inexpressivo de energia solar fotovoltaica”, ressalta.

Fonte: Revista Responsabilidade Social.com

 

14 de out. de 2011

NOTICIAS AMERICA LATINA SOSTENIBLE

INDICADORES RELEVANTES PARA LOS PUEBLOS INDÍGENAS: UN TEXTO DE REFERENCIA  (InfoAndina)

 

Tanto los gobiernos como las agencias internacionales recopilan datos que les sirven para tener una visión, en términos cuantificables, del estado de la sociedad y el medio ambiente. La información que recogen depende de los indicadores que hayan seleccionado para medir y monitorear los avances en los temas que consideran importantes. Sin embargo, relativamente pocas instituciones recopilan información estadística sobre los pueblos indígenas. En gran medida, la situación de los pueblos indígenas no se refleja en las estadísticas o queda oculta en las medias nacionales. Pese a ello, se siguen elaborando políticas y se siguen implementando programas que tienen un enorme impacto en los pueblos indígenas. Es necesario que se recojan datos para medir este impacto. Desarrollar indicadores relevantes para los pueblos indígenas significa desarrollar modos de expresar su situación y problemas en términos numéricos. Esto puede hacerse a través de la creación de nuevos indicadores, que requieren nuevas formas de recolección de datos o, simplemente, del desglose de datos para garantizar que se refleja claramente la situación de los pueblos indígenas. En el nivel más básico, el simple desglose de algunos de los datos recogidos en el nivel nacional puede ayudar para detectar la discriminación, la desigualdad y la exclusión. Permite también comparaciones directas entre los pueblos indígenas y otros grupos sociales. Pero, sea cual sea el enfoque que se adopte, es crucial que los pueblos indígenas participen en la definición de los temas a tratar y de los indicadores a utilizar y que se tengan en cuenta sus propios conceptos de bienestar.

 

ISBN: 978-971-93566-5-3 ‘ Número de páginas: 604 p.

Editorial: Centro para la Autonomía y Desarrollo de los Pueblos Indígenas (CADPI)

Año de edición: 2008 - Lugar de edición: Nicaragua ‘ Instituciones relacionadas: España. Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo.   ‘ Autor: Mairena, Dennis (ed)

 

 

NIMA ORGANIZA GRUPO DE ESTUDOS PARA DISCUTIR OS TEMAS QUE SERÃO OBJETO DA RIO + 20

O Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente (NIMA) está organizando um Grupo de Estudo interdisciplinar de alunos e professores, destinado a estudar o tema: Mudança Climática e Planejamento Urbano, no contexto dos temas que serão objeto da Rio + 20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontecerá no próximo ano no Rio de Janeiro). Os encontros ocorrem às 15h30 no NIMA, nos dias 25/10, 01/11, 08/11, 22/11, 06/12, 20/12.

 

Esse grupo de estudos é parte das ações da PUC para o Climate Change Initiatice (CCI) da UN-Habitat. O Grupo será coordenado pela Professora Maria Fernanda Lemos do departamento de Arquitetura e Urbanismo. A primeira reunião ocorrerá no dia 25 de outubro as 15h30 no NIMA. As reuniões são abertas a todos os interessados.

 

O CCI-NIMA está conectado com o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-Habitat), que é a agência da ONU responsável por garantir a Sustentabilidade Ambiental nos assentamentos urbanos e facilitar a troca de experiências e informações sobre moradia e desenvolvimento urbano-ambiental em nível mundial.

 

A meta do CCI-NIMA é criar uma rede de universidades na América Latina comprometida com as mudanças climáticas. O CCI-NIMA pretende desenvolver uma cultura na universidade que seja capaz de gerar projetos, pesquisas e produtos para a mitigação das mudanças climáticas. Os compromissos firmados para adequar a Universidade às diretrizes estabelecidas pelo UN-HABITAT são:

 

* Implementar nos Domínios Adicionais disciplinas de meio ambiente que tratem das mudanças climáticas e seus impactos nas cidades e na sociedade como um todo.

* Estimular a criação de disciplinas que tratem da questão das mudanças climáticas em temáticas específicas.

* Fomentar a médio prazo a criação de linhas de pesquisa e cursos de mestrado e doutorado em diferentes áreas do conhecimento na questão das mudanças climáticas.

* Estimular projetos multidisciplinares em parceria com o poder público na área de mudanças climáticas.

* Criação pelo NIMA de um grupo multidisciplinar de pesquisa visando estudar as ações de adaptação e mitigação que as cidades do Estado do Rio de Janeiro devem implementar para se adequar as conseqüências dos processos das mudanças climáticas.

* Organização de eventos regionais para integração das universidades do Brasil em torno das diretrizes.

 

13 de out. de 2011

LINK UTEIS PARA OS PESQUISADORES DA BIODIVERSIDADE NA AMERICA LATINA E CARIBE

EL ACUERDO PARA LA CONSERVACIÓN DE BOSQUES TROPICALES - ACBT (TROPICAL FOREST CONSERVATION ACT - TFCA)  - http://www.tfcaperu.org/esp/index.html

Un fondo de canje de deuda por naturaleza entre el Perú y los Estados Unidos, suscrito el 26 de junio del 2002, en el marco de la Ley de Conservación de Bosques Tropicales (Ley Portman), promulgada en el Congreso de los Estados Unidos en el año 1998. Mediante este acuerdo, el gobierno peruano realiza desembolsos parciales en un plazo de 12 años por un total de 10.6 millones de dólares para destinarlo al financiamiento de proyectos que contribuyan a la conservación de bosques tropicales.

Adicionalmente, Conservation Internacional - CI, The Nature Conservancy – TNC, World Wildlife Fund - WWF y el Gobierno de los EEUU suscribieron un acuerdo donde éstas se comprometieron a contribuir con US$ 1,1 millones con el fin de que el Gobierno de los EEUU autorice la cancelación de US$ 5,5 millones de la deuda del Gobierno del Perú. Posteriormente, el Gobierno de Perú, CI, TNC, WWF y Profonanpe (como administrador del fondo) suscribieron el Acuerdo para la Conservación de Bosques Tropicales con el fin de especificar la manera en que los pagos efectuados por el Gobierno peruano serían usados.

 

 

LA REDE DE FONDOS AMBIENTALES DE LATINOAMÉRICA Y EL CARIBE –  REDLAC

http://www.redlac.org/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=59&Itemid=237&lang=es

 

En diciembre de 1997 se reunieron en Mérida, México, los Fondos Ambientales establecidos en la región de Latinoamérica y el Caribe, con la finalidad de diseñar un mecanismo de integración para crear una red de cooperación, capacitación y fortalecimiento institucional. Durante este Taller se incorporó un comité promotor

encargado de dar forma a lo que sería la agenda de trabajo de la Red de 1999 a 2001.

En octubre de 1999 se creó la Red de Fondos Ambientales de Latinoamérica y el Caribe, RedLAC, llevándose a cabo la primera Asamblea de RedLAC, donde se realizaron diferentes actividades que tenían como objetivo apoyar el concepto de fortalecimiento de los miembros en capacidades estratégicas para su operación. Posteriormente se definió la Misión de RedLAC como: Construir un sistema efectivo de aprendizaje, fortalecimiento, capacitación y cooperación, a través de una Red de Fondos Ambientales con el fin de lograr una gestión ambiental sustentable y conservar el patrimonio natural de América Latina y El Caribe para beneficio de su población.

 

 

Bolsas para pesquisadores (Ver REDCal)

 

Taller 5 sobre Esquemas de Compensación y Offset abre inscripciones. El Proyecto de Capacitación de RedLAC abre inscripciones para el quinto taller sobre Oportunidades para los Fondos Ambientales en Esquemas de Compensación y Offset. El taller tendrá lugar en los días 11 a 13 de noviembre, justo después de la XIII Asamblea General de RedLAC en Paramaribo, Suriname. El taller será coordinado por el equipo de BBOP.

 

FIAES - FONDO DE LA INICIATIVA  PARA LAS AMÉRICAS (http://www.fiaes.org.sv/esp/enlaces.php )

 

Se origina en un Convenio Bilateral entre los Gobiernos de El Salvador y los Estados Unidos de América para condonar aproximadamente $464 millones de deuda externa, quedando pendientes $150 millones para ser repagados.  La propuesta fue ratificada en 1993, estableciendo que El Salvador pagaría unos $41.2 millones de los intereses de esa deuda durante 20 años, generando un fondo extinguible para financiar proyectos ambientales y de supervivencia infantil, bajo la administración de FIAES.

En reconocimiento a la labor del Fondo, fueron otorgados nuevos fondos en 2001 para apoyar proyectos en Bosques Tropicales por $14.4 millones para ser invertidos en un período de 25 años.

Es conducido por un Consejo de Administración integrado por ocho miembros: dos representantes designados por el Gobierno de El Salvador; un representante del Gobierno de los Estados Unidos de América y cinco representantes seleccionados por sus pares en la comunidad de Organizaciones No Gubernamentales (ONG) y Asociaciones de Desarrollo Comunal (ADESCOS).}}}

 

http://www.fiaes.org.sv/esp/ejecutoras.php => Varias agencias de fomento e financiamento de projetos sociais e ambientais na America Latina e Caribe=

*       Instituto Interamericano para la Agricultura- IICA  - http://www.iica.org.sv

IUCN –INTERNATIONAL UNION FOR CONSERVATION OF NATURE -

Contribui para ajudar o mundo a encontrar soluções pragmáticas para o nosso ambiente mais prementes e desafios do desenvolvimento. Ele apoia a investigação científica, gerencia projetos de campo em todo o mundo e reúne governos, organizações não-governamentais, agências das Nações Unidas, empresas e comunidades locais em conjunto para desenvolver e implementar políticas, leis e melhores práticas.

 

PRONANPE - http://www.profonanpe.org.pe/experiencia03.html

La experiencia de PROFONANPE durante los últimos quince años ha permitido validar los aspectos fundamentales de su diseño institucional. Contar con un capital semilla inicial orientado tanto a darle un soporte institucional y al financiamiento de actividades de conservación en áreas protegidas ha constituido un mecanismo sumamente positivo.

La sostenibilidad ganada con este aporte ha sido clave para consolidar el proceso de desarrollo institucional de PROFONANPE y convertirlo en un mecanismo atractivo para la intermediación de fondos no reembolsables provenientes de diversas fuentes de cooperación internacional

11 de out. de 2011

INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CRIA POSTE SOLAR AO CUSTO DE R$ 2 MIL E INTENSIFICA ESTUDOS EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS

A busca por fontes alternativas e limpas de energia, que liberam menos gases e resíduos no meio ambiente, tem sido uma aposta do governo e das instituições de pesquisa para evitar impactos negativos na natureza. A luz do sol, fonte de energia limpa em abundância, tem despertado o desenvolvimento de uma série de pesquisas para a obtenção de materiais mais eficientes que convertam a energia da luz solar em energia elétrica, processo conhecido como efeito fotovoltaicoRecentemente, a Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec) instalou na entrada principal da entidade um poste de iluminação pública que funciona com energia solar. O projeto foi elaborado pela instituição em parceria com alunos do departamento de engenharia de energia do Instituto Politécnico da Universidade Católica de Minas Gerais (IPUC/PUC Minas).

Segundo do Cetec, trata-se do primeiro passo de uma série de ações que visam torná-lo referência em tecnologias para a cadeia de energia solar. “Queremos estabelecer na fundação uma plataforma para apoiar pesquisas nessa área”, aposta José Roberto Branco, coordenador do Setor de Materiais Ópticos e Eletrônicos (SDO), unidade responsável pelo projeto.

As atividades do grupo começaram em agosto deste ano. A instalação de postes em áreas pouco iluminadas da fundação foi a primeira proposta para testar a aplicabilidade da tecnologia. O “poste solar” instalado no Cetec, explica Branco, é um exemplo de sistema fotovoltaico, constituído por células ou módulos que convertem a luz solar em energia elétrica, mas também por outros elementos, como bateria (acumulador de energia); inversores de frequência; controlador de carga (responsável pela durabilidade da bateria e controle de energia) e carga (lâmpadas).

Durante o dia, explica Branco, a energia solar incide sobre o módulo fotovoltaico presente no poste, que converte a radiação do sol em eletricidade. Esta, por sua vez, é armazenada na bateria do sistema por meio de um processo eletroquímico. No início da noite, quando surge a necessidade de iluminação, a energia acumulada na bateria é disponibilizada para as lâmpadas.

O poste tem a capacidade de manter a iluminação durante um período de seis horas, período que pode ser redimensionado, além de ter autonomia de dois dias sem incidência de raios solares. Ele possui duas lâmpadas fluorescentes compactas de 15W, acionadas automaticamente por um interruptor fotossensível, que identifica a presença de luminosidade. Essas lâmpadas, além de serem mais eficientes em relação às incandescentes são de alta durabilidade, com preços mais acessíveis.

Toda a estrutura do poste custou aproximadamente R$ 2 mil. Os recursos para a realização do projeto são provenientes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Segundo Branco, algumas empresas sinalizaram interesse em levar o potencial desse tipo de energia para o mercado. “As ações do Cetec nesta área estarão integradas com o governo de Minas Gerais, sob a liderança da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), que almeja desenvolver e promover o uso de energia renovável no Estado”.

O pesquisador ressalta que a energia solar possui uma série de aplicações potenciais, que vão desde a energização de brinquedos e eletroeletrônicos até o atendimento a pequenas comunidades isoladas ou distantes da rede elétrica. A tecnologia também atende usinas geradoras de energia fotovoltaica, com dezenas de mega-watts de potência.

Mas, cada uma dessas aplicações, dispostas em regiões diversas em termos climáticos, explica, impõe condições de uso distintas. “Nesse projeto iniciamos o estudo de relações entre variáveis dos sistemas fotovoltaicos. A abordagem verticalizada que existe na fundação, por meio do exame de materiais, dispositivos e processos em toda a cadeia de valores da energia solar fotovoltaica é única no Brasil”, informa.

As vantagens econômicas do uso da energia solar vão depender de alguns fatores como distância da rede elétrica, confiabilidade e portabilidade necessárias. Para o pesquisador, em breve a certificação verde será fator de competitividade entre as organizações e de preferência dos consumidores. “O custo benefício de um poste de energia solar pode ser bem mais baixo do que um comum. A mesma linha de raciocínio vale para outras aplicações”.

Entre outros projetos de energia solar desenvolvidos no Cetec, destaque para a implantação de sistemas de carregamento de baterias variadas na instituição, com disponibilização de pontos de recarga de acumuladores de energia gratuita. O grupo também estuda o uso de módulos fotovoltaicos em processos de bombeamento de água e irrigação para comunidades carentes e tratamento de efluentes.

Potencial brasileiro

A tecnologia fotovoltaica está em uso em diversos países, como a Alemanha, por exemplo, onde foram realizadas várias ações de mobilização da sociedade e do setor acadêmico, com grande investimento em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), além de políticas públicas de incentivo. O setor industrial alemão visualizou a oportunidade de negócio e investiu massivamente para produzir em grande escala matérias-primas, células, módulos fotovoltaicos e equipamentos eletroeletrônicos.

O Brasil, afirma Branco, possui todos os meios para criar e desenvolver um mercado fotovoltaico. Além do potencial de energia solar disponível e comprovado em todo território nacional, há grande conhecimento de toda a cadeia de produção pertinente. Todo esse conhecimento está localizado em instituições de pesquisas e universidades. “Sendo o Brasil um dos dez países que mais consomem energia no mundo, só ele e a Rússia ainda tem um uso inexpressivo de energia solar fotovoltaica”, ressalta.

Cristiane Rosa
Especial para a revista Responsabilidade Social.com